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Sistema de Arrefecimento

Veículos da Auto Latina (Ford e VW) com sistema de injeção EEC-IV CFI possuem um relê de potência temporizado que mantém a UC energizada por alguns segundos, após desligada a chave de contato. Assim permite que o atuador de marcha lenta se posicione preparando a partida seguinte.

Veículos com dificuldades de partida, marcha lenta baixa e irregular durante a fase fria do motor, poderão estar com relê similar não temporizado. Para checar esta possibilidade feche os vidros do veículo ligue a ignição e desligue em seguida.

Observe se após cerca de 10 segundos o relê desarma, ouvindo o “clik” característico. Caso isto não ocorra trata-se, realmente, de relê não temporizado.

Borra de óleo

Por prevenção, utilize sempre os seguintes prazos para a troca de óleo: 5.000 quilômetros para óleo mineral e 7.500 quilômetros para óleos semi-sintéticos e sintéticos. Caso você rode majoritariamente em estradas, pode-se adotar 10.000 e 15.000 quilômetros, respectivamente.

- Troque sempre o filtro de óleo a cada troca de lubrificante. Como o componente tem capacidade de até 1,0 litro, o óleo antigo nele contido pode contaminar o novo.

- Sempre siga as especificações recomendadas pelo manual de proprietário. Evite misturar marcas ou tipos de óleo diferentes.

- Abasteça em postos de confiança e com controle de qualidade. A gasolina adulterada é uma das principais vilãs da borra de óleo.

- Mantenha o sistema de arrefecimento do seu carro sempre com aditivo e não com água pura. O recomendado é fazer a troca do líquido anualmente.

- Motor desregulado significa queima incorreta da mistura ar/combustível. Ou o oxigênio, ou a gasolina sobrarão e contaminarão o óleo. Faça um regulagem do motor anualmente ou a cada 30.000 km.

Sistema de Arrefecimento

Também deve ser verificado se o sensor (cebolão) do radiador está funcionando adequadamente. Sem ele, a ventoinha não será acionada quando o motor estiver quente e o carro parado, ou movendo-se devagar. Assim, o risco de superaquecimento durante os congestionamentos será bem maior.

As tampas do vaso de expansão e a do próprio radiador devem estar livres de ferrugem, para manter o sistema com a pressão estabelecida pelo fabricante. Se estiverem danificadas, troque-as para que líquido não ferva com facilidade.

O radiador deve estar sempre limpo, com as paletas de refrigeração desobstruídas. Limpe-o por fora com ajuda de um pincel e com água corrente em direção à grade dianteira. Se houver partes danificadas, o radiador deve ser trocado.

As mangueiras não podem ter rachaduras e sempre devem estar flexíveis. Se estiverem inchadas e ressecadas, troque-as para não correr o risco de ter um vazamento. As braçadeiras enferrujadas também devem ser substituídas para evitar o mesmo problema.

Verifique o estado da válvula termostática, responsável por manter a temperatura ideal de funcionamento do motor, controlando o fluxo do líquido de arrefecimento. Sem ela, os motores mais modernos gastam mais e perdem rendimento, já que a unidade de controle de injeção eletrônica, informada pelo sensor de temperatura, vai enriquecer a mistura, causando falhas por excesso de combustível injetado na câmara de combustão.

O líquido do sistema deve estar sempre no nível máximo do vaso de expansão e conter 20% a 50% de aditivo à base de etilenoglicol, de boa procedência. É recomendável trocar o líquido de arrefecimento anualmente, ou a cada 30 mil km. Sem o aditivo na proporção certa, a água evapora mais rapidamente, além de enferrujar a válvula termostática e a bomba d’água. Se o líquido estiver sujo, deve ser substituído, sem esquecer de fazer a limpeza de todo o sistema, e não apenas do reservatório.

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