Alimentação
Não existe um prazo específico para uma revisão no sistema de injeção. O ideal é sempre observar o funcionamento do carro. Caso você perceba os sintomas acima relacionados, procure uma oficina. Se não perceber nada, faça a manutenção preventiva a cada 40 mil quilômetros.
Quando for feita a limpeza no sistema de alimentação, solicite a troca das velas, a verificação dos cabos, a limpeza dos bicos da injeção, a troca do filtro de combustível. Opte pela limpeza externa dos bicos. A limpeza no local contamina o óleo com detritos, diminuindo a vida útil do motor.
A gasolina aditivada é a mais recomendada. A ação dos detergentes nela contida diminui o acúmulo de detritos nas partes que entram em contato com o combustível. Assim, o prazo para uma limpeza completa será maior. Lembre-se: gasolina aditivada não é sinônimo de maior desempenho e menor consumo, apenas ajuda a manter o motor mais limpo.
Peça que o frentista complete o tanque apenas até o primeiro “clique” da bomba. Combustível em excesso no tanque provoca danos ao cânister, peça responsável por sua evaporação, além de vazar pelo bocal nas curvas, causando manchas na pintura.
Não ande com o tanque quase vazio. Com pouco combustível, a bomba de combustível trabalha sem refrigeração e superaquece, provocando sua queima. A troca é cara. Além disso, com impurezas contidas no fundo do tanque podem contaminar e entupir os sistema de alimentação.
Procure abastecer sempre no mesmo posto. Desconfie de das chamadas “bandeiras brancas”, postos que não pertencem a uma rede de distribuidoras. Por não terem controle de qualidade, é mais comum estes estabelecimentos adulterarem o combustível.
Caso você abasteça em um posto e comece a perceber os sintomas de combustível adulterado, evite andar com o carro. Se a quantidade de combustível for grande, drene-a. Caso seja pequena, complete o tanque em posto de boa procedência e, se os problemas permanecerem, procure um mecânico.
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